• Capa
  • Anuncie
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Política de Privacidade
quarta-feira, 29/07/2026
Sem resultado
Ver todos os resultados
Energia News
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
    UHE Jaguara

    Engie contrata WEG para ampliar a capacidade da Usina Hidrelétrica Jaguara

    Engie Peru

    Engie amplia presença na América Latina com megaprojetos de transmissão no Peru

    linha de transmissão

    Comitê antecipa geração de energia para evitar impactos do El Niño

    Engie

    Engie conclui oferta subsequente de ações e passa a deter participação de 40% em Jirau

  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
    petrobras

    Petrobras bate recorde de produção no 2º trimestre

    FPSO Guanabara

    Pré-sal brasileiro vira laboratório global de descarbonização offshore

    gasolina

    Governo prorroga subsídio da gasolina após petróleo voltar a bater US$ 100

    etanol

    Etanol brasileiro busca novos mercados após tarifa adicional dos Estados Unidos

  • EÓLICA & SOLAR
    casa dos ventos

    Para dar conta de 1.100 obras simultâneas, Sabesp vai usar energia solar do Mato Grosso do Sul

    Scatec

    Scatec liga usina de 142 MW em Minas Gerais e chega a 835 MW no Brasil

    cemig

    Cemig destina R$50 milhões para levar energia solar com baterias ao campo

    Complexo Eólico Caetité Norte

    Ventos da Bahia impulsionam nova etapa de crescimento da Aliança Energia

  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
    casa dos ventos

    Para dar conta de 1.100 obras simultâneas, Sabesp vai usar energia solar do Mato Grosso do Sul

    Scatec

    Scatec liga usina de 142 MW em Minas Gerais e chega a 835 MW no Brasil

    cemig

    Cemig destina R$50 milhões para levar energia solar com baterias ao campo

    Complexo Eólico Caetité Norte

    Ventos da Bahia impulsionam nova etapa de crescimento da Aliança Energia

    Windey Energy

    Windey escolhe a Bahia para instalar 1ª fábrica do Brasil e mira mercado bilionário de baterias

    complexo riachão

    Vestas e Ibitu renovam parceria até 2040 para operação de parques eólicos no Nordeste

    energia solar

    Energia solar supera R$300 bilhões em investimentos

    energia eólica

    Bahia consolida liderança na eólica e amplia presença na energia solar

    Complexo Solar Barro Alto

    Complexo Solar Barro Alto entra em operação

  • MAIS
    • BRASIL
    • OPORTUNIDADES
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
    UHE Jaguara

    Engie contrata WEG para ampliar a capacidade da Usina Hidrelétrica Jaguara

    Engie Peru

    Engie amplia presença na América Latina com megaprojetos de transmissão no Peru

    linha de transmissão

    Comitê antecipa geração de energia para evitar impactos do El Niño

    Engie

    Engie conclui oferta subsequente de ações e passa a deter participação de 40% em Jirau

  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
    petrobras

    Petrobras bate recorde de produção no 2º trimestre

    FPSO Guanabara

    Pré-sal brasileiro vira laboratório global de descarbonização offshore

    gasolina

    Governo prorroga subsídio da gasolina após petróleo voltar a bater US$ 100

    etanol

    Etanol brasileiro busca novos mercados após tarifa adicional dos Estados Unidos

  • EÓLICA & SOLAR
    casa dos ventos

    Para dar conta de 1.100 obras simultâneas, Sabesp vai usar energia solar do Mato Grosso do Sul

    Scatec

    Scatec liga usina de 142 MW em Minas Gerais e chega a 835 MW no Brasil

    cemig

    Cemig destina R$50 milhões para levar energia solar com baterias ao campo

    Complexo Eólico Caetité Norte

    Ventos da Bahia impulsionam nova etapa de crescimento da Aliança Energia

  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
    casa dos ventos

    Para dar conta de 1.100 obras simultâneas, Sabesp vai usar energia solar do Mato Grosso do Sul

    Scatec

    Scatec liga usina de 142 MW em Minas Gerais e chega a 835 MW no Brasil

    cemig

    Cemig destina R$50 milhões para levar energia solar com baterias ao campo

    Complexo Eólico Caetité Norte

    Ventos da Bahia impulsionam nova etapa de crescimento da Aliança Energia

    Windey Energy

    Windey escolhe a Bahia para instalar 1ª fábrica do Brasil e mira mercado bilionário de baterias

    complexo riachão

    Vestas e Ibitu renovam parceria até 2040 para operação de parques eólicos no Nordeste

    energia solar

    Energia solar supera R$300 bilhões em investimentos

    energia eólica

    Bahia consolida liderança na eólica e amplia presença na energia solar

    Complexo Solar Barro Alto

    Complexo Solar Barro Alto entra em operação

  • MAIS
    • BRASIL
    • OPORTUNIDADES
Sem resultado
Ver todos os resultados
Sergipe Negócios
Sem resultado
Ver todos os resultados
Capa BRASIL

Clima, dólar e preço da carne explicam inflação acima da meta em 2024

IPCA fechou o ano em 4,83%, superando o teto da meta

EnergiaNews por EnergiaNews
10/01/2025
em BRASIL
Tempo de Leitura: 3 minutos
A A
Share on FacebookShare on Twitter

Aumento no preço dos alimentos, notadamente das carnes, impactos do clima e a desvalorização do real ante o dólar são os principais fatores que explicam a inflação oficial de 2024 ter ficado acima do limite máximo da meta estipulada pelo governo.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (10) que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o ano em 4,83%, superando o teto da meta de inflação, de 4,5%.

Para apurar o índice, o IBGE colhe dados de 377 produtos e serviços, os chamados subitens, que são distribuídos em nove grupos. A maior pressão de alta de preços em 2024 veio do grupo alimentos e bebidas, que subiu 7,69%, o que representa um impacto de 1,63 pontos percentuais (p.p.) no IPCA.

Essa alta é a maior desde 2022, quando ficou em 11,64%. À época, a explicação foi o efeito de fenômenos climáticos, como o La Niña (resfriamento das águas superficiais de partes central e leste do Pacífico Equatorial e de mudanças na circulação atmosférica tropical, impactando temperatura e chuva em várias partes do globo) e reflexos da pandemia nas cadeias de produção. Em 2023, alimentos e bebidas subiram 1,03%.

Carnes

Ao analisar o comportamento dos produtos pesquisados, o IBGE identifica que a maior pressão de alta veio do item carnes. Em 2024, os cortes ficaram 20,84% mais caros, o que representa peso de 0,52 p.p. É o maior aumento desde 2019, quando subiram (32,4%). Em 2023, o preço das carnes recuou 9,37%.

Esse encarecimento final de 2024 contrasta com o comportamento dos preços no começo do ano, que caíram. Mas o repique de setembro a dezembro (+23,88%) foi suficiente para o ano fechar com alta.

“Essa queda do primeiro semestre foi mais que compensada pelas altas”, define o analista do IBGE André Almeida. Ele explica que há efeito direto de questões climáticas no comportamento do preço do alimento que vai ao prato do brasileiro.

“A gente teve uma forte estiagem, ondas de calor, seca em diversas regiões do país, o que intensificou os efeitos da entressafra, quando as pastagens ficaram ainda mais restritas”, diz.

“A gente teve, por conta do próprio ciclo da pecuária, um menor volume de animais para abates, o que reduz a oferta do produto para o consumidor final e acaba pressionando os preços”, completa a explicação.

Ao analisar especificamente produtos alimentícios, o IBGE identificou que as principais altas dentro do item carnes foram o contrafilé (20,06%), carne de porco (20,06%), alcatra (21,13%) e costela (21,33%). Esses subitens só perdem para o café moído (39,60%) e o óleo de soja (29,21%). Mesmo assim, as carnes influenciam mais o IPCA, pois têm maior peso na cesta de produtos do brasileiro, segundo metodologia do IBGE.

“A influência do clima está muito ligada à produção dos alimentos. Se chove muito ou fica muito seco, isso tudo compromete a produção”, aponta o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves.

Ao observar também os produtos não alimentícios, a gasolina – dona do maior peso na cesta de produtos pesquisada – subiu 9,71%, representando o impacto mais acentuado em todo o IPCA (representando 0,48 p.p.).

Câmbio

Almeida acrescenta que outro fator ajuda a explicar o IPCA fora da meta de 2024: o câmbio. Em 2024, o real viu o dólar subir 27% em 12 meses, terminando o ano negociado a R$ 6,18.

“O câmbio é um dos fatores que influenciam no comportamento dos preços de diversos produtos, desde alimentícios, com a questão da cotação de algumas commodities alimentícias em dólar” detalha ele, se referindo a mercadorias negociadas com preços internacionais.

O analista acrescenta que o real desvalorizado faz com que produtores prefiram destinar parte da produção para o exterior, uma vez que receberão as receitas em dólar valorizado. “Isso restringe oferta interna”, diz.

Almeida lembra ainda que o câmbio influencia o custo de produtos que possuem componentes importados. “Existem diversos mecanismos pelos quais o câmbio pode influenciar na inflação”, ressalta.

Ao longo de 2024, o país teve 11 meses com inflação positiva e um com deflação (queda de preços). Foi em agosto (-0,02%), influenciado pelo recuo na conta de luz e alívio dos alimentos no bolso. O maior resultado mensal foi em fevereiro (0,83%), puxado pela educação, por causa do reajuste de mensalidades.


Leia também: Senac Sergipe lança 39 cursos gratuitos em diversas áreas

Tags: alimentosdestaquedólarIBGEinflaçãoIPCA
Artigo Anterior

IPCA em dezembro vai a 0,52% e acumula 4,83% em 2024, mostra IBGE

Próximo Artigo

Senac Sergipe lança 39 cursos gratuitos em diversas áreas

NOTÍCIAS RELACIONADAS

canetas

Anvisa registra 5 novas canetas de semaglutida para tratar diabetes

joão gomes

João Gomes cancela shows após ser internado

azeite

Anvisa manda apreender lotes de azeite e doces; veja de quais marcas

vacinação

Com 13 casos de sarampo, São Paulo alerta para reforço na vacinação

Próximo Artigo

Senac Sergipe lança 39 cursos gratuitos em diversas áreas

Sergipe tem alerta de chuvas válido para as próximas 72 horas

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

canetas

Anvisa registra 5 novas canetas de semaglutida para tratar diabetes

Azul

Azul abre mais de 150 vagas no Programa Melhor Aprendiz 2026

petrobras

Petrobras bate recorde de produção no 2º trimestre

FPSO Guanabara

Pré-sal brasileiro vira laboratório global de descarbonização offshore

MAIS LIDAS EM 24 HORAS

  • petrobras

    Petrobras bate recorde de produção no 2º trimestre

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Anvisa registra 5 novas canetas de semaglutida para tratar diabetes

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Azul abre mais de 150 vagas no Programa Melhor Aprendiz 2026

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Pré-sal brasileiro vira laboratório global de descarbonização offshore

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Engie contrata WEG para ampliar a capacidade da Usina Hidrelétrica Jaguara

    0 compartilhamentos
    Compartilhe 0 Tweet 0
  • Capa
  • Anuncie
  • Quem somos
  • Fale com a gente
  • Política de Privacidade
redacao@energianews.com.br

© 2025 Energia News

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • BRASIL
  • EMPRESAS & NEGÓCIOS
  • EÓLICA & SOLAR
  • GERAÇÃO, TRANSMISSÃO & DISTRIBUIÇÃO
  • OPORTUNIDADES
  • PETRÓLEO, GÁS & BIOCOMBUSTÍVEL
  • Anuncie
  • Quem somos

© 2025 Energia News

Utilizamos cookies. Ao continuar navegando no site você concorda com estas condições. Confira nossa Política de Privacidade e Uso de Cookies.