O setor elétrico brasileiro deu mais um passo rumo a uma matriz limpa e renovável com a entrada em operação comercial de nove usinas do Complexo Solar Draco. Localizado em Arinos (Minas Gerais), o empreendimento, capaz de suprir energia para mais de 500 mil residências, integra o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e conta com um investimento avaliado em mais de R$ 2,4 bilhões.
“Celebramos mais um passo decisivo na transição energética do Brasil. A entrada em operação das usinas do Complexo Solar Draco reafirma o compromisso do Governo do Brasil com uma matriz cada vez mais limpa, renovável e segura, ampliando a oferta de energia e fortalecendo a segurança do nosso sistema elétrico. Estamos consolidando o protagonismo brasileiro na geração solar e construindo, com planejamento e visão de futuro, um setor elétrico mais moderno, competitivo e sustentável, que gera desenvolvimento, emprego e oportunidades para a população”, destacou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Formado por 11 usinas fotovoltaicas, o complexo reúne 462 unidades geradoras que juntas totalizam 505 megawatts (MW) de capacidade instalada. As usinas Draco Solar 1 a 10 contam com 48 MW cada, enquanto a Draco Solar 11 conta com 24 MW.
O Complexo Solar Draco se conecta ao Sistema Interligado Nacional (SIN) por meio de uma subestação coletora e por uma linha de transmissão em 500 kV, com cerca de 16 quilômetros de extensão, até a Subestação Arinos 2. Todas as usinas do complexo estão enquadradas no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (REIDI), que concede benefícios fiscais a empreendimentosestratégicos.
A previsão é que as usinas Draco Solar 2 e 3 entrem em operação comercial em abril deste ano. Com a conclusão total do complexo, o Brasil consolida sua posição de destaque na geração de energia solar e avança rumo a um futuro energético mais limpo, justo e sustentável.
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